ESTAU – Estarreja Arte Urbana

ESTAU – Estarreja Arte Urbana

Egas Moniz era um apaixonado pela arte. À porta da casa que habitou em Estarreja, ainda hoje podemos ler: “as grandes escolas das Artes plásticas são os Museus. Quisera um em cada cidade, em cada vila e em cada aldeia para que o povo se elevasse na comunhão espiritual do Belo”.

Em setembro de 2016, as ruas de Estarreja transformaram-se num museu com a primeira edição do ESTAU. Um festival que colocou a Arte Urbana a falar com a cidade, com as pessoas, com o património e com a natureza, através de murais, instalações, workshops, filmes, palestras, visitas guiadas, música e muito mais, tudo com a participação de inúmeros artistas nacionais e internacionais.

Em setembro de 2017, voltámos às ruas de Estarreja, para renovar todos os propósitos para o qual o ESTAU foi desenhado! Estarreja voltou a ser invadida por alguns dos melhores artistas urbanos do mundo. Diz ESTAU e faz eco em Estarreja do melhor que se faz em Arte Urbana no mundo.

ROTEIRO ESTAU Mapa interativo | Mapa 

BORDALO II “Guarda-Rios” FOTO
PORTUGAL OBSERVARIA’15
> Multiusos | Parque Municipal do Antuã
Nascido em Lisboa, em 1987, Bordallo II é um artista que se caracteriza por transformar lixo em arte. Neto do pintor Bordalo cresceu a ver o seu avô representar Lisboa, tendo frequentado mais tarde o curso de pintura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa. É essencialmente através de lixo proveniente de fábricas abandonadas, peças de plástico e lixo eletrónico que cria grandes instalações de rua, que representam animais ou cenas urbanas. Desenvolvidas por uma técnica mista – as peças grandes são soldadas a um suporte e as mais pequenas coladas – as suas obras caracterizam-se por serem tridimensionais, carregadas de vida, de cor e movimento. Considerado pela Street Art News um dos melhores artistas urbanos do mundo, Bordallo II pretende, através das suas obras, chamar a atenção para as problemáticas do consumismo exagerado e dos desperdícios que este consumismo acarreta. As suas obras são a tradução plástica da frase “o lixo de um Homem é o tesouro de outro homem”. 

ANDRÉ DA LOBA “Metamorfose” FOTO
PORTUGAL OBSERVARIA’17
> BioRia, Percurso de Salreu
André da Loba descreve-se como artista e poeta relutante. Nascido em Portugal, é um artista publicado e exposto, cujo trabalho recebeu aclamação internacional. Como ilustrador, animador, designer gráfico, escultor e educador, a combinação de curiosidade, experiência, conhecimento e desconhecimento de André serve o meio constante com o qual ele cria e inspira. Seu trabalho é um convite e um desafio para mudar o mundo, por maior ou menor que seja.

ADD FUEL “AZ144B”, “AZ163” e “AZ81” FOTO
PORTUGAL ESTAU’16
> Rua Visconde Valdemouro 39 - “AZ144B”
> Avenida Visconde de Salreu 87 - “AZ163”
> Praça Francisco Barbosa - “AZ81”
Add Fuel tem vindo a construir, nos últimos anos, uma sólida reputação como artista visual e ilustrador. Tendo inicialmente criado um universo visual único, povoado por divertidas criaturas inspiradas em ficção científica, o artista português reorientou recentemente a sua atenção para a reinterpretação do desenho da cerâmica tradicional e do azulejo português em particular.
Repleto de humor e jogos mentais, seus projetos com base em vetores ou no stencil, usados na arte urbana, revelam uma complexidade impressionante e uma magistral atenção aos detalhes. No seu trabalho, ele cria "camadas de história", superfícies em baixo ou em cima da estrutura ou parede existente.
Isto adiciona mais uma camada de complexidade ao efeito de visão dupla que se obtém quando se olha para o seu trabalho, parece o tradicional ao longe, e depois pode descobrir todos os elementos pop e contemporâneos que o compõem.
Outra coisa importante para Add Fuel é contextualizar suas intervenções. Usualmente, redesenha padrões e/ ou usa elementos que habitam o local da intervenção. A intenção principal do seu trabalho (na sua essência mais primitiva) é, pela captura a atenção dos transeuntes, fazê-los pensar que o se encontra abaixo da beleza das nossas cidades, é geralmente algo que sempre esteve lá, a cultura tradicional.

BICICLETA SEM FREIO “A Música é uma Fera Invisível” FOTO
BRASIL ESTAU’16
> Rua Visconde de Valdemouro (edifício do Cine-Teatro de Estarreja)
Arte, design e rock’n’roll. Pode parecer um clichê mas essa é maneira mais simples, honesta e coerente de tentar explicar este duo de ilustradores que atende sob o nome “Bicicleta sem Freio”. O BSF surgiu como um grande grupo de colegas de escola que somente queriam divertir-se, criar, desenhar e animar o que viam em suas mentes. Boa parte dos trabalhos do início do grupo eram cartazes para concertos de rock e eventos culturais. Caracterizam-se pelo trabalho manual, o capricho tipográfico e o desenho de ‘garotas, muitas garotas, explorando com maestria as cores, as formas e as curvas dos mais variados tipos de garotas’, sempre com uma dose de psicadélico e humor únicos.
Não será exagero dizer que eles vivem o que desenham. E por isso, algumas vezes, o resultado não os satisfaz, mas na maioria das vezes o resultado é belíssimo e genial. Por tudo isto, o trabalho dos BSF tem despertado a atenção em todos os continentes, pelos quais ‘os moleques pilotam uma bicicleta a toda velocidade sem nenhum tipo de freio’.

BOSOLETTI “Abandono” FOTO e “Memórias” FOTO
ARGENTINA ESTAU’16
> Traseiras do Edifício da Câmara Municipal de Estarreja - “Abandono”
> Praça Francisco Barbosa 34 - “Memórias”
Oriundo de uma pequena cidade do centro da Argentina, Bosoletti cresceu longe da cena do graffiti das grandes cidades. O seu trabalho na rua desenvolveu-se pelo interesse na arte dita clássica, aproveitando e transformando a sua pequena cidade, no seu grande estúdio, onde intervém sem qualquer tipo de obstáculos.
Mais do que uma ideia subjacente, o seu trabalho é o resultado, em grande parte, de uma adaptação à parede e à conjugação de vários fatores, tais como os elementos arquitetónicos, o meio ambiente ou até mesmo a história local. Sempre baseado num estilo clássico, ele apoia seu trabalho em simbolismos atuais, sobre representações humanas e num forte apelo visual.
Bosoletti entrelaça figuras humanas, particularmente as mulheres e os seus destinos com elementos da natureza. Os seus murais emergem serenos e encantadores, mas implicam um despertar de consciências. A consciência de que a vida passa e nós não podemos realmente saber o que nos impele ou o que somos capazes de fazer ou decidir por nós mesmos. A consciência de que a vida pode ser uma luta constante, excessivamente influenciada pela lógica e anexos superficiais.

 

FINTAN MAGEE “Head in the Clouds” FOTO
AUSTRÁLIA ESTAU’16
> Avenida 25 de Abril
Tendo sido exposto durante a sua adolescência a toda a cultura do graffiti e tendo iniciado muito naturalmente na pintura de paredes, nos últimos anos, Fintan Magee, têm-se destacado pelos seus murais de grande escala, que habitando cantos isolados e abandonados das cidades, misturam imagens surreais e figurativas, profundamente integradas com o ambiente urbano, explorando temas como os resíduos, o consumo, a perda ou a transição e que contêm sempre um sentimentalismo atroz e uma suavidade, que só pode ser influência de livros infantis, uma inspiração diária.
Fintan Magee tem viajado intensivamente para a concretização de projetos em Sydney, Melbourne, Londres, Viena, Los Angeles, Miami, Atlanta, Bogotá, Buenos Aires, Moscovo, Nova York, Oslo e Dublin entre outros. A sua diligência, habilidade técnica e abordagem progressiva para a pintura, tem solidificado a sua reputação como uma das principais figuras dos movimentos de Street Art e Muralismo Contemporâneo mundial.

 

HAZUL “Sideral” FOTO
PORTUGAL ESTAU’16
> Rua Professor Dr. Manuel Andrade 139
A arte do autodidata do Porto, Hazul, é uma mistura bem condimentada. Apresenta um bestiário interessante: serpentes que parecem pássaros do paraíso, figuras proto-xamânicas, seres de outra galáxia e de outra dimensão. Influências orientais ou de civilizações mais recônditas parecem ter inspirado Hazul. Nesta criação urbana, os resultados surgem de forma inesperada, como imagens quase simbólicas, que nos fazem lembrar uma tradição gótica ou românica, herméticas, fortes e bem marcantes.

 

ISAAC CORDAL “Homens Cinzentos” FOTO
ESPANHA ESTAU’16
> Praça Francisco Barbosa + pelas ruas de Estarreja
Isaac Cordal tem dedicado os últimos 10 anos a espalhar as suas esculturas pelos 4 cantos do mundo. Ninguém poderá negar que existe algo de mágico nas suas figur(inh)as, que colocadas estrategicamente em cantos abandonados dos nossos ambientes urbanos, nos lembram da passagem (dormente) do tempo, dos efeitos nefastos do materialismo e do consumismo, e destruição da natureza. Dentro do contexto contemporâneo da globalização, as instalações do Isaac trazem um novo e renovado significado para as coisas tão importantes como a família, os amigos, o corpo, a saúde, trabalho, educação, alimentação, sabedoria, sorrisos, crianças, e até mesmo as dolorosas lições que a vida nos ensina.

 

KRUELLA D’ENFER “Diamante” FOTO
PORTUGAL ESTAU’16
> Rua Luís de Camões 41
A artista visual e ilustradora portuguesa Kruella d'Enfer tem-nos deleitado com o seu universo visual encantado, suscitando um profundo sentimento de deslumbre com as fantásticas e benevolentes criaturas que habitam os seus recantos escuros e misteriosos, sejam eles lobos místicos ou raposas mágicas, tigres enfeitiçadores ou veados xamanistas. À vontade a pintar quer murais em grande escala, quer trabalhos intimistas em papel e tela, o seu uso de cores contrastantes e formas geométricas dá vida a lendas e mitos ancestrais, compondo histórias fantásticas com um apelo universal.

 

NESPONN “Estarreja” FOTO
POLÓNIA ESTAU’16 
> Avenida Visconde de Salreu 27
> Rua do Professor Primário 10
Por ela própria: "Nasci em 2009. Crio obras que se situam num lugar entre a arte urbana, a cerâmica, a pintura e a escultura. Gosto de fazer arte positiva e lidar com emoções positivas. Por vezes, também comento na minha arte questões sociais e políticas que considero relevantes. A maior parte do meu trabalho consiste na impressão da tradicional renda, seja em argila ou pintada nas paredes. Porquê renda? Porque contêm um código estético que está profundamente ligado a cada cultura. Em todas as rendas encontramos simetria, algum tipo de ordem ou harmonia, e não é isso que todos nós procuramos instintivamente? Porquê a arte urbana? Porque me dá liberdade."

 

SAMINA “Olho” FOTO
PORTUGAL ESTAU’16
> Rua Pedro Calado, Salreu
Desde cedo teve contacto com o mundo das artes, principalmente com o desenho e com a pintura. Aos 14 anos, Samina iniciou o seu caminho no mundo da Street Art quando começou a desenhar e colar stickers. Foi acompanhando o crescimento do movimento em Portugal e lá fora e desenvolvendo em paralelo o seu trabalho autoral, sempre inspirado pelo que ia testemunhando nas ruas. Foi durante esse período que descobriu o stencil e à medida que a sua ambição enquanto artista foi crescendo, a exploração e o domínio da técnica foram sendo cada vez maiores. Formou-se em arquitetura e tudo o que aprendeu sobre o espaço e suas geometrias, tornaram-se ingredientes cada vez mais presentes nas suas criações, que são constantes procuras de forma de expressão das suas ideias. O seu trabalho reside em grande parte no permanente conflito e/ou equilíbrio de composições geométricas às quais adiciona a representação natural humana.

 

LATA 65_Workshop FOTO
PORTUGAL ESTAU’16
> Quarteirão Norte
O LATA 65 - workshop de Arte Urbana para idosos - surgiu como um desafio de levar o interesse demonstrado por esta faixa etária pela arte urbana mais além, cujos objetivos passaram por: provar que conceitos como o envelhecimento ativo e solidariedade entre gerações fazem a cada dia mais sentido; demonstrar que a arte urbana tem o poder de fomentar, promover e valorizar a democratização do acesso à arte contemporânea; aproximar os menos jovens a uma forma de expressão artística habitualmente associada aos mais jovens e por demonstrar que a idade é só um número. O workshop foi desenvolvido num ambiente de trabalho descontraído e de participação ativa, tanto na transmissão de conteúdos teóricos como nas fases práticas do mesmo.

 

AKACORLEONE “Legacy” FOTO
PORTUGAL ESTAU’17
> Rua Tomaz de Figueiredo 279 | Bairro da Teixugueira
AkaCorleone é Pedro Campiche (1985), um artista visual com ascendência portuguesa e suíça que iniciou o seu percurso como writer de graffiti no submundo da sua Lisboa. Desenhador compulsivo e obcecado desde novo por todas as coisas gráficas e visuais, estudou artes e licenciou-se em Design e Comunicação Visual. Após trabalhar como designer gráfico, desiludiu-se de vez com esta área e decidiu dedicar-se à ilustração freelance e à sua atividade artística. É hoje conhecido pela destreza com que joga com o uso de cores, tipografia, personagens e formas depuradas, que combina de forma hábil, produzindo composições apelativas, imbuídas de originalidade e um humor abrangente.

 

ANA MARÍA “Garça Vermelha” FOTO e Peixe FOTO
PORTO RICO ESTAU’17
> cruzamento Rua da Restauração com Rua Dr. Alberto Vidal
> Rua Pedro Calado, EN109, Salreu

Proveniente de Porto Rico e residente no Arkansas (EUA), Ana María (1979) começou ainda criança a pintar pedaços de madeira na carpintaria do pai em Barranquitas. Na universidade estudou arte e ciência animal, o que explica as suas distintas criaturas humanóides, os animais que desenha com características exageradamente antropomórficas.
Estas nobres bestas, apesar da sua excentricidade, aparentam comunicar algo de universal, representando mais do que um desenho ou disciplina artística, uma linguagem que cada um deve adaptar ao seu conhecimento. Possivelmente representativas da nossa própria humanidade monstruosa e animalidade escondida, as criações de Ana María retratam-nas com cinismo e sinceridade.

 

HALFSTUDIO “A nossa casa somos nós” FOTO
PORTUGAL ESTAU’17
> Rua Dr. Casimiro da Silva Tavares (traseiras da CME)
Halfstudio é um estúdio de Lettering e Sign Painting criado por Mariana Branco (1986) e Emanuel Barreira (1986) em 2010, onde todos os projetos são desenhados à mão, pintados com pincel e/ou aplicados digitalmente. O estúdio abrange várias áreas criativas, tendo sempre o Lettering como elemento central: desde o desenho de logótipos, pintura de sinalética a murais. Paralelamente também explora uma vertente artística da letra em exposições, edições limitadas impressas e arte urbana.

 

MOHAMED L’GHACHAM “Egas e Deolinda” FOTO
MARROCOS ESTAU’17
> Bombeiros Voluntários de Estarreja – Rua Desembargador Oliveira Pinto
Mohamed L'Ghacham (1993) é um pintor e artista mural natural de Tânger (Marrocos), que se confessa desde pequeno, detentor de um interesse pelas artes plásticas. É na escola que descobre o mundo do graffiti e anos mais tarde, se sente atraído por pintores mais clássicos e sua linguagem. A sua obra, através da qual cria cenas do quotidiano que o rodeia, é principalmente figurativa, de carácter realista com toques impressionistas, que combina com o imaginário visual da fotografia dos finais do século XX.

 

MANOLO MESA “Yo Vengo de Todas las Cosas” FOTO
ESPANHA ESTAU’17
> cruzamento Rua Dr. Manuel Barbosa com Rua Manuel Lopes Rodrigues
A pintura de Manolo Mesa (1989) constitui-se como uma metáfora da vida, de encontro e de solidão. Como uma iconografia que vai mais além do físico e se assume como uma imagem simbólica, um silêncio metafísico, no qual o passado se une com o presente, evocando uma ausência espiritual que outorga uma visão extrema da condição humana. A nudez fria dos seus muros, remete para uma tragédia, um horizonte negado, como que a recordação de uma foto, onde a atitude e a resistência confirmam a sua identidade.

 

THE EMPTY BELLY “A nossa casa” FOTO
PORTUGAL ESTAU’17
> Rua da Nestlé 1, Avanca
Tiago Francez nasceu em Lisboa (1990), onde inicia em 2011 o projeto ‘’The Empty Belly’’, no qual procura explorar a ideia de fragilidade inerente ao ser humano, assim como a origem das suas ações, acreditando que estas derivam sempre de uma causa. O seu trabalho está constantemente associado à questão da natureza humana quer seja por afirmação ou por detrimento da mesma. O ponto trata-se do elemento exclusivo no seu trabalho (Pontilhismo), que se afirma como parte de um organismo maior, apesar de possuir a sua própria identidade. Nos últimos anos, tem pintado e exposto o seu trabalho em França (onde reside atualmente), Bélgica, Alemanha, Inglaterra e Portugal.

 

VHILS “D. Florinda” FOTO
PORTUGAL ESTAU’17
> Rua Dr. Dionísio de Moura 73
Alexandre Farto aka Vhils (1987) tem desenvolvido uma linguagem visual única com base na remoção das camadas superficiais de paredes e outros suportes, com ferramentas e técnicas não convencionais, estabelecendo reflexões simbólicas sobre a identidade, a vivência no contexto urbano, a passagem do tempo e a relação de interdependência entre pessoas e o meio circundante. Desde 2005, tem apresentado a sua inovadora técnica de escultura em baixo-relevo à volta do mundo, em exposições individuais e coletivas, eventos artísticos, instituições, intervenções site-specific e alguns dos mais prestigiados projetos de arte urbana e contemporânea. É representado por Vera Cortês Art Agency (Portugal), Lazarides Gallery (Reino Unido) e Magda Danysz Gallery (França e China) e a sua obra integra diversas coleções públicas e privadas em vários países.

 

ROBERT PANDA “Estúpidos” FOTO
PORTUGAL ESTAU’17
> Praça Francisco Barbosa
Robert Panda (1982) é um artista português que iniciou o seu percurso no submundo do graffiti nos subúrbios de Lisboa. O seu projeto de instalação escultórica de rua intitulado “Estúpidos – porque todas as pessoas o são!”, uma abordagem filosófica à apatia contemporânea nas sociedades urbanas, tem por base a colocação de figuras antropomórficas estilizadas e amigáveis em vários locais, de modo a surpreender e a interagir com os transeuntes.

 

CAMILLA WATSON “Memórias” FOTO
REINO UNIDO ESTAU’17
> Rua Dr. Manuel Barbosa
Nascida no Reino Unido (1967), trabalha como fotógrafa há 25 anos. Desde que se mudou para Lisboa, em 2007, focou-se em projetos colaborativos com a comunidade, exibidos em espaços exteriores ligados aos sujeitos fotografados ou à história local. Quer trazer o passado ao presente duma maneira visual, criativa e acessível a todos, especialmente nos bairros históricos e nas áreas em processo de mudança.

 

FORA DAS MARGENS_Workshop FOTO
PORTUGAL ESTAU’17
> Travessa Dr. António Madureira
Surgiu com o objetivo de dar a conhecer as 2 realidades ou escalas, a que trabalha qualquer artista urbano. A grande escala, com processos muito próprios de análise e observação do espaço urbano/público, de desenho e pintura, que se espelham a outra escala, de menor dimensão. São, no entanto, sempre indissociáveis e é precisamente esta permanente necessidade de trabalhar fora das margens, dos limites destas escalas, que possibilita os melhores resultados e a evolução do próprio artista. O workshop Fora das Margens permitiu, a 2 tempos, a descoberta destes 2 universos, contados na primeira pessoa por uma das mais reconhecidas e ativas artistas urbanas em Portugal – Tamara Alves.

 

COMO VISITAR?

Visita livre

ou

Marcação prévia através de formulário online

 

Galeria de imagens da 1ª edição do ESTAU ©Miguel Oliveira | Vídeo ALVANÉU by André C. Santos

\ Páginas nas redes sociais
https://www.facebook.com/estarrejaarteurbana | www.instagram.com/estau_estarrejaarteurbana

Promotor Câmara Municipal de Estarreja 
co-organização + curadoria Mistaker Maker
apoios institucionais Turismo Centro / Turismo de Portugal - Centro

patrocinadores Sotinco Salvador Caetano | Toyota

 

+ Info.: Câmara Municipal de Estarreja | T. +351 234 840 600 | E. comunicacao@cm-estarreja.pt